chega de chuva

Compramos um carrinho. E daí que a saga de 2007 vai se repetir: vou tirar minha carteira de habilitação – só que brasileira. A verdade é que eu perdi uma oportunidade super de emprego por não ter carro. Juro.

Essa semana estou com Dans Mon Île na cabeça, uma bossa nova gostosinha de cantarolar. E amanhã tem homologação da escola, vou rever dois queridos que saíram na mesma época que eu e hoje manicure – semana passada passei o Violine Interdit da Bourjois nas mãos, ficou digno por 3 dias e depois descascou que só. A cor é linda, mas achei a duração fraquinha – ia repetir, mas acho que vou passar o Valentine da Revlon, que também é lindo e dura um poco mais.

Violine Interdit, Bourjois – via Loucas Por Esmalte

Valentine, Revlon

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yatta!

YATTA! Como diria o Hiro Nakamura.

Consegui tirar minha carteira de habilitação japonesa! Terça-feira da semana que vem vou à uma outra cidade efetivar a mesma – pra isso preciso fazer um curso sobre segurança no trânsito, primeiros socorros, aprender a andar na via expressa, coisas assim.

  • prova escrita (em japonês ou inglês) – consiste em 50 perguntas;
  • prova de percurso – sã0 2 percursos e o percurso que faço a prova é sorteado na hora (quem já passa nessa prova pode dirigir acompanhado de alguém que já tenha a carteira japonesa por no mínimo 3 anos);
  • prova escrita (em japonês ou inglês) – consiste em 95 perguntas;
  • prova de rua – dirigir na rua. FIM!

E assim eu risco mais um item da minha lista:

#4: Tirar minha carteira de habilitação japonesa. YAY!

tráfego no sol do meio dia

Fui ter aulas de percurso de rua – e bem na hora do almoço. E putaquepariu. Aquele sol ardendo no meu braço direito, porque aqui o volante é do lado direito, me deixou muito mal humorada. Cheguei em casa e finalmente assisti “A Viagem de Chihiro” que minha irmã me emprestou há meses atrás. Amei tanto quanto “Howl’s Moving Castle”. Esses desenhos japoneses são bons mesmo. Preciso dos dois na minha dvdteca pra ver e rever quando der vontade.

No mais é isso, não fui NA livraria, não fui NO brechó, não fui NO cinema e vai rolar um lual brasileiro; mas dá licença que já passei da época de ir num pico só pra beber. Sério gente, alguém avisa que axé, pagode e funk não qualificam. Como música, digo.

carrie bradshaw & flashdance

flasdance-sex-and-the-city.jpg

Não é segredo algum que eu adoro Flashdance, o filme mais influente na moda em se tratando de anos 80. Até a Carrie Bradshaw já deu uma de Jennifer Beals em Flashdance tipo o motivo pelo qual moletons cinzas são bacanas (foto acima). E essa temporada, a 4ª, foi a que eu mais gostei mesmo. E parece que o filme de Sex and the City foi desengavetado – de novo; vê-las no café da manhã ou brunch, bebericando martinis… Eles poderiam servir martinis (shaken, not stirred, haha) no cinema no dia da estréia, aí eu poderia ter uma desculpa pra usar uma saia tutu cor-de-rosa ou uma coisa bem Viktor&Rolf mesmo.

E hoje eu fiz a segunda prova escrita de legislação japonesa de trânsito. Passei. Agora é só fazer umas aulas na rua, fazer a prova final e adeus meus dias de tomar latte no trem.

UPDATE (18 julho, quarta): gente, o que foi aquele avião em Congonhas? Especialistas estão dizendo que a pista é muito curta. Medo. E na BBC só estão falando disso.

Passei!

Estou com a carteira de habilitação provisória. Só posso dirigir acompanhada de alguém com mais de 3 anos de carteira japonesa. Metade do caminho andado:

  • prova escrita (em japonês ou inglês) – consiste em 50 perguntas;
  • prova de percurso – sã0 2 percursos e o percurso que faço a prova é sorteado na hora (quem já passa nessa prova pode dirigir acompanhado de alguém que já tenha a carteira japonesa por no mínimo 3 anos);
  • prova escrita (em japonês ou inglês) – consiste em 95 perguntas;
  • prova de rua – dirigir na rua. FIM!

Engraçado que o instrutor já havia me reprovado por muito menos e hoje esqueci de colocar o cinto de segurança, errei o trajeto (que deve ser decorado e seguir o mesmo faz parte da avaliação) e ainda assim passei. Third time’s the charm. Agora é voltar a estudar legislação.

Sabe aquela tela que eu estava pintando? Eu estava muito descontente com o resultado. Não consegui achar os tons que eu queria, mesmo consertando com o pastel à óleo – sem dizer que estava muito diferente da imagem, aquela imagem que eu tinha na cabeça quando comecei a pintar. Fiz uma coisa bem niilista: quebrei o quadro em 4 e joguei fora. Vou começar outro. É que às vezes, recomeçar é bem mais fácil. Entretanto, a idéia permanece.

não passei

Não foi dessa vez. Precisava de no mínimo 70 pontos para passar no teste de direção e atingi apenas 50 pontos. Marquei outra prova para o dia 09/Março. Oh well…

E não é que o Smashing Pumpkins voltou? J’adore Billy Corgan. Culpa do meu amigo Hans, que me fez gostar de Smashing Pumpkins (e Superchunk) em uma época em que eu era completamente blasé e achava a banda sonoramente chata. Eu lembro que durante muito tempo Disarm foi meu hino pessoal. Eu gostei de Smashing Pumpkins até quando a D’Arcy saiu e a Melissa Auf der Maur entrou no lugar dela – ela que já tocava no Hole (a banda da Courtney Love – ou “a mulher do Kurt Cobain do Nirvana” – essa definição é a pior – mas se bem que eu conheci o Hole por causa do Nirvana). O álbum novo sai em Julho e se chama ZEITGEIST*, apropriado, já que o Smashing Pumpkins foi parte do Zeitgeist musical dos anos 90.

* substantivo em alemão, que significa uma tendência geral de pensamento ou sentimento característico de uma certa época.

fin du jour

about-town.jpg

Há 3 finais de semana consecutivos estou acordando cedo aos domingos para ir fazer aulas de direção. Minha segunda prova para tirar minha carteira de habilitação japonesa é quinta-feira, depois do almoço. Tenho que saber os 2 percursos, não sei como funciona no Brasil, mas aqui na hora da prova os instrutores não ficam falando “agora vire à direita, estacione aqui, suba aquela rampa” – isso nem é tão ruim, mas os percursos são relativamente longos, duram em média 15 minutos cada. Digo relativamente porque se isso fosse na rua não seria nada, mas em um circuito fechado, dá-se muitas voltas, indo e voltando, virando aqui e alí – e isso confunde um pouco.

Enfim… Estou só em casa. Voltei da aula, comi, pintei, li meu livro e daqui a pouco vou assistir FRIDA.

Falando em livro, risquei mais itens da minha lista:

  • item # 8 (ainda em conclusão): acabei de ler os livros The Vampire Armand e Merrick, respectivamente os livros #6 e #7 das Crônicas de Vampiro da Anne Rice. The Vampire Armand não faria falta alguma se não tivesse sido publicado, chatinho, prolixo, um personagem sem carisma algum e uma história que parece ter sido escrita sem esforço – o que acaba sendo lida sem prazer. Já Merrick…

Merrick me fez ter vontade de conhecer a (agora parcialmente devastada) New Orleans em Louisiana. The French Quarter, a cozinha cajun, beber rum Flor de Caña, ver casas pintadas de pink brilhantes com detalhes em branco, ouvir jazz, ver os funerais acompanhados de banda. Merrick é o livro em que vampiros e brujeria se encontram – o que me faz ter mais vontade ainda de ler The Lives of The Mayfair Witches (3 livros). Fazer o quê se adoro ler o que é considerado “bad literature” (só quem me conhece sabe como sou maníaca por Stephen King).

Mas sabe, acho mesmo que tenho que ler Finnegans Wake ou Ulysses do Joyce, só que dessa vez em Inglês. Quando eu dava aulas no FISK de Nagoya back in the day (2000), um outro professor e eu comentávamos: se você consegue ler Joyce em Inglês (e por ler a gente comentava assim: entender os pormenores e tal, porque Joyce é igual vinho, são palavras para serem apreciadas) você não precisa de teste de proficiência em Inglês. Period. Tem alguém aí além de mim que comemora Bloomsday?

Ulysses and Finnegans Wake (in English), please report to the 101 on 1001 page. Thank you.

PASSEI

Passei na prova escrita (em inglês) de legislação japonesa de trânsito. É assim: para estrangeiros que ainda não têm carteira de habilitação no país de origem, deve-se tirar a carteira japonesa (quem já tem a carteira de habilitação do país proveniente só transfere a carteira) e para tal é preciso fazer 4 provas:

  • prova escrita (em japonês ou inglês) – consiste em 50 perguntas;
  • prova de percurso – são 2 percursos e o percurso que faço a prova é sorteado na hora (quem já passa nessa prova pode dirigir acompanhado de alguém que já tenha a carteira japonesa por no mínimo 3 anos);
  • prova escrita (em japonês ou inglês) – consiste em 95 perguntas;
  • prova de rua – dirigir na rua. FIM.

Acordei bem cedo para fazer a prova e o céu estava assim bonito  riscado (foto acima: meu bloco com o céu ao fundo, o traço no céu é feito por jatos militares que sobrevoam vez ou outra). Entrei na sala para fazer a prova, muitos estrangeiros: brasileiros, filipinos, peruanos e é claro, muitos japoneses também. Do nosso grupo de estrangeiros, apenas eu e mais 3 meninas passaram, yeah. Mas esse é só o começo, daqui pra frente fica cada vez mais difícil. Sem falar que, detalhe, não sei dirigir, oi Brasil. Mas enfim…

Vou comemorar?

the devil wears tweed tights

eyelash perm

Deixei minha cama quentinha hoje bem cedo, comi torta de maçã com café au lait e fui à um salão japonês, de ônibus, retocar minha permanente nos cílios. E a dona do salão é muito simpática, sabe falar várias coisas em português pois o filho estuda com brasileiros e ela também usa produtos da Natura. Que coisa.

o diabo veste meias de tweed: (foto acima)

De minha mãe ganhei vários pares de meia calça de inverno da TriFil, que vieram via irmã. Depois fui almoçar super bem acompanhada em um restaurante italiano (Olive Garden) em que eu comi um spaghetti de frutos do mar de outro mundo e de sobremesa um mousse de frutas vermelhas.

Acabei de chegar em casa, agora vou tomar um banho e estudar (estou estudando leis de trânsito para tirar minha carteira de habilitação japonesa).