Diário: SP

Há quase 2 meses eu tenho vindo pra SP pro treinamento da firma. É uma dessas profissões que você não consegue responder em poucas palavras. Quando eu tinha que preencher coisa quando dava aula, era simples. O que você faz? Sou professora. Do quê? Inglês. Minha vida é quase um livro aberto, quem quiser descobrir onde trabalho e o que faço basta olhar no LinkedIn – não daria conta de criar conta secreta de blog pra ninguém descobrir quem eu sou, onde trabalho, essas coisas (se até a Titia Shame foi descoberta num deslize, coitada de mim). But I digress.

Enfim, desde o ano passado (quando ganhei meu iPhone dourado, querido, desejado) tenho uma conta no Instagram, e quem me segue por já teve um sneak peek 😉

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Quase sempre.

São Paulo requer paciência. O que eu acho um saco é gente que vem pra São Paulo e fica reclamando do trânsito. Sim, o trânsito é ruim, get over it. É muita gente que mora aqui, é muita gente passando por aqui pra ir para outros lugares. O que não significa que eu necessariamente ache bem planejado. São coisas diferentes. Por isso São Paulo requer música de fundo:

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Placebo.

Tenho ouvido toda a discografia do Placebo no ônibus, inclusive vários bootlegs que achei. Brian Molko me fazendo companhia todos os dias. A primeira do dia é quase um mantra: Proteja-me do que eu quero (Protect me from what I want – mas eu escuto a versão em francês Protège Moi).

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Foto no banheiro. Porquê preguiça.

Hoje eu vim assim. Esse blazer cinza molinho delícia da Zara (não sei se dá pra ver na foto, mas eu uso blazer assim, com a gola pra cima e cabelo pra dentro da jaqueta, porquê sim), camiseta branca básica (soldes da Lacoste), esse jeans que anda sozinho da Le Lis Blanc e sapatilha do soldes de finald e ano da Zara (ela merece um close–up dia desses, porque é linda e na foto não dá pra ter toda a gourgeousness dela).

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Terminal Tietê

Na hora de ir embora eu desço por uma escada rolante pra chegar mais fácil na minha plataforma, e sempre sou agraciada com a luz passando por essas janelas. Como não gostar de arquitetura? Boa sorte tentar escapar dela – arquitetura é inevitável.

“We’re all victims of the architect. Architecture is the only art that you can’t help but feel. You can avoid paintings, you can avoid music, and you can even avoid history. But good luck getting away from architecture.” (Humans of New York)

E pra fechar: existe amor em SP.

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