New York – 23/01

Dia 23/01 saíamos da escola às 13:00hs. O Erik que era de Connecticut já vinha com as malas pra pegar o trem. O Sal era de Manhattan mesmo e depois ainda tinha que trabalhar. Já eu esperava o Gi pra ir pra Manhattan. Nesse dia comemos em um Burger King alí na Bergenline Avenue mesmo e esperávamos o ônibus pra Manhattan. A Bergenline Avenue é uma Little Latin America. Todos os comerciantes são latinos. Os moradores são latinos. Os restaurantes em que eu comia no meio da semana atendem em espanhol. Às vezes eu até esquecia que estava nos US of A.

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Às sextas nunca tínhamos rumo certo. Era um combinado que não era combinado. Descíamos no Port Authority Bus Terminal, íamos subindo a 42nd ou a Broadway e via no que ia dar. Eu tenho uma imensa saudade de Nova Iorque. Eu e o Gi às vezes nos pegamos comentando que caso a oportunidade certa aparecesse, nos mudaríamos pra lá. 

Primeira parada: A Biblioteca Municipal de Nova Iorque. Apesar de já ter passado em frente da mesma muitas vezes, só nesse dia entrei. O Gi já a havia visitado uma semana antes e só reiterou que eu devia ir. E eu queria ir porque. É uma biblioteca bonita. Só isso bastaria. Mas ela aparece em Breakfast at Tiffany’s. O filme que eu adoro. 

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Mas a verdade é que tínhamos uma missão: minha mãe incumbiu o Gi de procurar os registros de imigração do meu tataravô, que foi pros Estados Unidos no começo do século 20. Há uma sala especial pra isso. E o serviço é gratuito. Ficamos quase uma hora até que achamos o tal registro. Era o sonho da minha mãe ter esse documento de uma história que ela ouviu do avô dela. E a gente achou.

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Saindo da Biblioteca Municipal atravessamos a rua pra ir na H&M. Eu queria tirar umas fotos. De inspiração pro inverno desse ano. Vi muita sobreposição de cinto com cardigan, boyfriend cardigan (aqueles compridos largões) e o baloné continua com força. Para os homens, colete de lã com camisa e gravata. Tudo despojado e bonito.

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Depois decidimos ir à Grand Central Station, que é logo ali do lado. A estação é tão bonita quando nos filmes. O teto é interessante. Tem os símbolos do zodíaco pintados no teto. A estação estava cheia. CHEIA. A gente encostou na parede pra não dar uma de turista sem noção olhando pra cima e ser pisoteado. Lá fora, vários daquelas carruagens de bicicleta estacionadas.

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Mais inpirações da Banana Republic na Grand Central: trench-coats com vestidinhos estampados. Anotado. Très chic. Já estava tarde e frio  – então decidimos voltar para o hotel. 

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3 comentários sobre “New York – 23/01

  1. Larissa disse:

    US of A. Me lembrei do Borat falando US and A. rsrs…
    Mas vim aqui para dizer que eu comprei e assisti Breakfast At Tiffany’s e adorei! Nunca tinha visto. Já virou um preferido para mim também 🙂

    resposta:
    Não sei nem como falar o quanto que eu gosto desse filme. Quem um dia não quis esconder o sotaque do interior e virar cool – só pra depois perceber que VOCÊ, o que você é, isso não muda. Nem um vestido preto Givenchy muda isso. O livro é muito bom, do Capote. Mas o filme pra mim é melhor – tirando a parte do vizinho japonês que acho de muito mal gosto.

    Falando nisso, você sempre fala do Murakami. Nunca li nada dele. Me indica um livro?

  2. Rebecca Ahmed disse:

    Estou aqui vendo os posts de NY, vou em dezembro e ficarei um pouco mais de 1 mês, sei que você foi à alguns anos, mas li e gostei muito! Vou pegar algumas dicas! Obrigada! beijos

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