para o alto e avante

Corcovado. Pão de Açúcar com bondinho. Cristo Redentor. Arcos da Lapa. Sapucaí. Vi tudo. De dentro do táxi. Faz frio aqui no Rio,  o céu nublado. O povo é muito diferente dos cariocas que eu imaginava. Os taxistas são todos uns fofos, gostam de falar da cidade e contar mil histórias. Fui matar tempo no Rio Sul e o vendedor da Colcci que me atendeu veio do RS e ele contando que quando ele chegou aqui no Rio ia na padaria e sempre chamava o pão francês de cacetinho, porque é assim que eles chamavam lá. O moço da padaria do lado do consulado americano (café da banca do David? acho que era isso) perguntou : só um ishpresso e um bolo meshclado?

Fiquei num hotel meio decadente. Uma vizinhança boêmia – e daí que eu estou relendo The Catcher in the Rye, bem na parte que o Holden tá no Edmont Hotel, decadente e sozinho (respectivamente: hotel e Holden).

No mais, consegui o visto. E agora só penso em janeiro e Nova Iorque. Comprei um guia. Fiquei lendo a tarde toda. Tem tanto lugar que eu quero ir que eu nem sabia que existia. E agora na livraria do aeroporto enquanto eu fuçava uns guias de NYC eu fiquei pensando:

Eu te daria um livro sobre migração de patos, Holden.

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2 comentários sobre “para o alto e avante

  1. Larissa disse:

    Que chique, você anda de taxi pelo Rio. Eu vou andar de ônibus e metrô mesmo, que a grana tá curta.
    Quero ver o Pão de Açúcar e Copacabana.
    Andou de bondinho?
    beijos

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