esplendor na relva*

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Hoje estava tão ensolarado, é o primeiro dia do ano que realmente parece que já é verão. fui lá fora. sabe, viver.

ps. não resisti e coloquei um bambi. esse lugar é o espaço do condomínio onde moro, mas aquele espaço verde em particular achei algo, sabe? Estou pensando em fazer picnic ali.

* tem um filme com a Natalie Wood e o Warren Beatty que se chama Splendor in the Grass, em Portugal o filme saiu com esse nome: Esplendor na Relva e no Brasil, Clamor do Sexo – no Brasil tem cada tradução esdrúxula, vou te contar. Enfim, eu me identifiquei tanto com o personagem da Natalie Wood, não pela repressão sexual, mas pelo sofrimento, chegar ao limite da sanidade por uma pessoa. Elia Kazan é tão bom, gente. O nome do filme vem de uma Ode (que tem um nome compridíssimo e não me lembro) do Wordsworth e ele fala “e agora, apesar de perdido o esplendor na relva e o tempo de glória da flor, em vez de chorarmos buscaremos força no que para trás deixamos”.

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3 comentários sobre “esplendor na relva*

  1. Drica disse:

    Puxa, q bacana, vc atualizou um monte! Adoro quando faz assim! =)
    Ah, eu tb adoro esse tipo de lugar, com muito verde, grama, mato pra enroscar a perna… isso que me atordoa nas grandes cidades… é uma economia de verde, sabe?
    Ah, eu queria ver essa foto “comparativa” que vc fez, dos cabelos, antes e depois, hehe… ah, deixar o cabelo crescer é um verdadeiro exercício da paciência! Eu estou tentando, sabe? Mas não consigo deixar de ir ao salão tirar as pontinhas, e nessa de tirar as pontas vai-se um, dois dedos… q saco, viu…. e tem coisa mais chata do que cortar o cabelo e nem aparentar que foi cortado? Tsa! Sacola…
    Vc ainda tem essa camiseta laranja? =)
    Beijoooo!

    resposta:
    Esse negócio de economia de verde me lembrou de uma história do Ale, que uma vez eles do movimento estudantil (ele era bem engajado e tal) na Unesp de Ribeirão Preto protestaram quando o reitor iria cobrir um pedaço verde do campus de cimento. O reitor disse que se é verde que eles queriam, ele pintaria o cimento de verde então. Cada coisa.

  2. Larissa disse:

    Adorei o bambi entre as árvores, haha. E o chinelo verde no meio do… verde! E realmente as traduções de filme muitas vezes acabam com todo o sentido do filme. E tem gente que ainda ganha pra isso!

    resposta:
    vou contar um causo que é muito verdade: quando eu fui assistir Titanic no cinema e o noivo da Rose diz à ela antes de colocar o Le Coeur de la Mer nela: “I know you’ve been melancholy. I don’t pretend to know why” – foi traduzido assim (JURO!): “Sei que você tem estado melancólica. E não PRETENDO saber porquê” – parece que os caras usaram tradutor do Google.

  3. Cristina L. disse:

    Esse foi o primeiro filme sério e legendado que assisti, ainda no Cineclube da Globo no começo dos 80. E fiquei apaixonada pelo W. Beatty – meu primeiro tesão cinematográfico.

    resposta:
    ainda bem que não assisti quando tinha 15 anos. acho que eu teria o mesmo destino dela, de ficar meio louca e tal.

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